segunda-feira, 1 de abril de 2013

PUDERA EU...


Pudera eu desenhar as nuvens...

Em vez de chuva
Caíriam corações!

Corações debruados a pétalas de rosas
Que nos trariam mensagens singelas.
Por serem puros nos lembrariam o essencial para cada um de nós.

O perfume das pétalas chegaria a todas as pessoas
Nesse instante "rasgar-se-iam" sorrisos
A felicidade gravada em cada rosto.

A água da chuva passaria a ser uma benção
O homem recordar-se-ia do próximo.

Por fim, quando o sol se desse conta que a primavera chegara os seus raios estender-se-iam para todos!!!



quinta-feira, 7 de março de 2013

HÁ DIAS DOURADOS!

Há dias assim... Dourados!


O meu afilhado fez-nos uma surpresa maravilhosa.
Ele é lindo!

Sem avisar, apareceu por cá.
A minha irmã, querida, tinha falado com ele uns trinta minutos antes; ele estava a terminar o almoço para regressar ao seu trabalho, em Inglaterra.

Após esse tempo... o meu paizinho vê-o e começa a chamar pela minha irmã.

- Rosa, Rosa, o Mário Dinis está cá! (a minha irmã ......fica preocupada) - O meu pai está a delirar!
- Não, não está! - É verdade!
O meu querido e adorado afilhado veio uns dias de férias.
E disse o seguinte: o Gonçalo vai fazer a promessa para Explorador e eu estou cá!

Há ou não dias incrivelmente dourados???

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

UM ANO

Mãe querida,
Mãe amiga,
Mãe doçura,
Mãe ternura...

Mãe,

Mãe,

Mãe.

Quero-te a meu lado!

Poder beijar-te,
Envolver-te,
Acariciar-te,
Quero sentir o pulsar do teu coração!

Escuta a minha voz,
Sente o meu beijo...

No meu coração guardo um imenso desejo... Uma necessidade de ti!

Quero o teu colo,
Cura o meu dói-dói, mãezinha minha!

Do meu coração, em direção ao céu, até ti minha amada!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O SONHO DO ELIAS

O sol ainda não tinha despontado e o Elias já andava numa roda-viva.
Não conseguia parar de pensar no sonho que tivera nessa noite.

Tinha sonhado com um grande tesouro enterrado na rua da Fantasia. 
Que grande aventura ele e os seus amigos iriam viver!

Tomou um bom pequeno almoço que o deixou cheio de energia.

Estava tão entusiasmado... Não podia perder tempo!
Tinha que contar tudo aos seus amigos.

A pular de alegria e bem disposto saiu de casa.

Quando chegou a casa da Giroflé, a amiga estava a terminar o seu treino matinal.

Elias: Olá, Gira (era dessa forma, carinhosa, que o Elias e os amigos a tratavam desde que se tornaram amigos) já foste dar uma corridinha?
Giroflé: Bom dia, Elias! - Estou agora mesmo a terminar. - Queres tomar o pequeno almoço comigo?
- Já tomei, obrigado!  

Enquanto a Giroflé comia, o Elias contou o seu sonho e o que planeava fazer caso encontrasse o tesouro.

- É isso mesmo, Gira! (disse o Elias) - Se o encontrarmos, plantamos mais árvores, alargamos a rua e convidamos os animais abandonados para virem viver na Fantasia.
Giroflé: Excelente ideia! - Tenho a certeza que os nossos amigos se juntarão a nós nesta grande aventura.

E assim, depois de contarem o local do sonho aos amigos, foram em busca do tesouro que traria grande felicidade e conforto a outros animais.


                                                                   FIM!                                              

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

MARIA, MINHA!


No meu ouvido:

Leve sopro
Som suave
Bela melodia.
Ouço o teu nome....
Maria!

Mar,
Frescura,
Juventude,
Alegria!

Contigo... iria Maria!

No meu ouvido:

Leve sopro
Som suave
Bela melodia.
Ouço o teu nome...
Maria!

Mulher,
Mãe,
No teu Regaço...
Aconchego,
Ternura!

Comigo... sempre estarás Maria!


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O NATAL DA GIROFLÉ


Finalmente...


Chegara a véspera de Natal! 

No jardim zoológico, da rua da Fantasia, os animais aguardavam, impacientemente, pela noite da consoada.
Fora a primeira vez que a girafa, Giroflé, os convidara para passarem a noite consigo.

Decidira preparar um belo jantar para todos os animais, e demonstrar-lhes o quanto gostava de todos eles, sem exceção!

O elefante, Elias, que se tornara um dos seus melhores amigos, logo se prontificou para a ajudar nos preparativos.

A Giroflé, ficou muito feliz e, de sorriso largo, agradeceu  a oferta. 

Estavam os dois entretidíssimos, a fazer bolos e bolinhos, quando ouviram alguém chamar.

- Giroflé... Ó, Giroflé! Giroflé! Onde estás?

Elias: Parece a voz do nosso amigo Voavoa! (o Voavoa era um pardal alegre e saltitão, mas demasiado distraído). 

- Vamos lá ver... 
- Olá, Voavoa! (disse a Giroflé). Por aqui, tão cedo?! O jantar é só à noite, não te esqueceste, pois não?

Voavoa: Pelo contrário, já cá estou! Vim mais cedo e trago uns vegetais bem fresquinhos. - Toma lá! E, agora, vou ficar num cantinho para não derrubar nada. Sabes como sou... mais pareço um trapalhão! (disse tristemente).

- Obrigada, muito obrigada!  (disse a Giroflé encantada). Esses vegetais têm um aspeto delicioso. E, não te preocupes, podes andar à vontade! Só tens que olhar com atenção para todo o lado; acredita em ti! É esse o segredo, e se, porventura, algo correr menos bem, estaremos sempre do teu lado! 

- Obrigado, Giroflé, pelas tuas palavras tão gentis. Vou fazer como dizes! De agora em diante vou confiar mais em mim, e também vou ser mais cauteloso.

Alegremente, deitaram os três mãos ao trabalho. Afinal, ainda havia muito para fazer e a hora da festa aproximava-se, a passos largos.

De repente...

- Olhem! (gritou o Elias). Estão a chegar todos os animais do jardim! - Vejam, vejam, a princesa July vem junto! 

- Uaaau! (disse o Voavoa, que tinha um fascínio secreto pela bela princesinha). 

Giroflé: Olá, amigos, sejam bem vindos! - Quanto honra, princesa July!

Eu é que agradeço o convite! (respondeu, radiante, a princesa).


Assim: Por todo o jardim só se ouviam sorrisos e risos de alegria.

- UM FELIZ NATAL! (gritaram todos em uníssono).


                                                       FIM!