quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O NATAL DA GIROFLÉ
Finalmente...
Chegara a véspera de Natal!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, os animais aguardavam, impacientemente, pela noite da consoada.
Fora a primeira vez que a girafa, Giroflé, os convidara para passarem a noite consigo.
Decidira preparar um belo jantar para todos os animais, e demonstrar-lhes o quanto gostava de todos eles, sem exceção!
O elefante, Elias, que se tornara um dos seus melhores amigos, logo se prontificou para a ajudar nos preparativos.
A Giroflé, ficou muito feliz e, de sorriso largo, agradeceu a oferta.
Estavam os dois entretidíssimos, a fazer bolos e bolinhos, quando ouviram alguém chamar.
- Giroflé... Ó, Giroflé! Giroflé! Onde estás?
Elias: Parece a voz do nosso amigo Voavoa! (o Voavoa era um pardal alegre e saltitão, mas demasiado distraído).
- Vamos lá ver...
- Olá, Voavoa! (disse a Giroflé). Por aqui, tão cedo?! O jantar é só à noite, não te esqueceste, pois não?
Voavoa: Pelo contrário, já cá estou! Vim mais cedo e trago uns vegetais bem fresquinhos. - Toma lá! E, agora, vou ficar num cantinho para não derrubar nada. Sabes como sou... mais pareço um trapalhão! (disse tristemente).
- Obrigada, muito obrigada! (disse a Giroflé encantada). Esses vegetais têm um aspeto delicioso. E, não te preocupes, podes andar à vontade! Só tens que olhar com atenção para todo o lado; acredita em ti! É esse o segredo, e se, porventura, algo correr menos bem, estaremos sempre do teu lado!
- Obrigado, Giroflé, pelas tuas palavras tão gentis. Vou fazer como dizes! De agora em diante vou confiar mais em mim, e também vou ser mais cauteloso.
Alegremente, deitaram os três mãos ao trabalho. Afinal, ainda havia muito para fazer e a hora da festa aproximava-se, a passos largos.
De repente...
- Olhem! (gritou o Elias). Estão a chegar todos os animais do jardim! - Vejam, vejam, a princesa July vem junto!
- Uaaau! (disse o Voavoa, que tinha um fascínio secreto pela bela princesinha).
Giroflé: Olá, amigos, sejam bem vindos! - Quanto honra, princesa July!
Eu é que agradeço o convite! (respondeu, radiante, a princesa).
Assim: Por todo o jardim só se ouviam sorrisos e risos de alegria.
- UM FELIZ NATAL! (gritaram todos em uníssono).
FIM!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
UMA HISTÓRIA DE ANIMAIS E AMIZADE
Era uma vez
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O GUARDA, GUARDA
O Guarda, guarda.
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
NATAL
O Natal é uma época de dádiva.
Alegria no ar. Sorrisos rasgados.
Olhar de criança.
Um aperto de mão, uma palavra de conforto e um grande chi-coração.
Aconchegam-se desafortunados... visitam-se doentes, oferendas para os mais necessitados!
Durante o ano há fome, há guerra... há tristeza, há luta; há a dor da separação.
Há labuta... não há recompensa.
Pés descalços, vagueiam pelo chão.
Corações frios, em dias de calor abrasador.
Todavia, no Natal vejo, somente, amor!
Cega.
Sou!
Acredito que, um novo ano chegará... Um recomeço!
Esperança renovada, Paz, Saúde, Amor, Estabilidade, Afetos. Palavras escritas e dispersas dançam por todo Universo!
Todavia, não serão só Palavras... Serão Grandes todos os Atos!!!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NESTE NATAL!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NOS ANOS VINDOUROS!
Alegria no ar. Sorrisos rasgados.
Olhar de criança.
Um aperto de mão, uma palavra de conforto e um grande chi-coração.
Aconchegam-se desafortunados... visitam-se doentes, oferendas para os mais necessitados!
Durante o ano há fome, há guerra... há tristeza, há luta; há a dor da separação.
Há labuta... não há recompensa.
Pés descalços, vagueiam pelo chão.
Corações frios, em dias de calor abrasador.
Todavia, no Natal vejo, somente, amor!
Cega.
Sou!
Acredito que, um novo ano chegará... Um recomeço!
Esperança renovada, Paz, Saúde, Amor, Estabilidade, Afetos. Palavras escritas e dispersas dançam por todo Universo!
Todavia, não serão só Palavras... Serão Grandes todos os Atos!!!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NESTE NATAL!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NOS ANOS VINDOUROS!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
DECISÃO
| (imagem retirada da web) |
Pergunto ao pássaro: - Queres voar?
O pássaro: - Queres parar!?
Pergunto à serpente: - Gostas de rastejar?
A serpente diz-me: - Tu! - Gostas que te olhem, do alto, com repugnância ou medo no olhar?
Pergunto ao peixe: - Teu sonho sempre foi nadar?
O peixe admira-se: - Há algo para além do rio e do mar?!
Pergunto à árvore: - Não gostarias de soltar as raízes e passear?
A árvore (com um grande sorriso): - Na minha sombra deitam-se poetas e sonhadores... fazem planos, muitos, namorados. Nos meus ramos, fazem ninho e chilreiam pássaros.
- As crianças procuram-me. Ora para brincar com as minhas folhas, ora para lanchar junto de mim.
- Já te esqueceste das vezes que subiste para as minhas "cavalitas". E o balouço preso em meus "braços". Não te lembras?
- Haverá melhor lugar?!
Eu: - Tens razão, esqueci-me, fiz uma pergunta bem parva! Posso visitar-te? Brincar de novo e ler junto de ti?
Árvore: - Claro! - Estarei cá, sempre, para te receber. - Ah, não te esqueças de trazer a família!
Eu: - Até breve pássaro. Lamento serpente, continuo com medo de ti. Peixe, és lindo! Árvore, gosto tanto de ti!
O HOMEM TEM O PODER DE DECIDIR... MUDAR... TRANSFORMAR...RECOMEÇAR!!!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
VOAR
Meu coração voa,
Vai de encontro ao lar.
Ao relógio peço:
- Faz o tempo voar.
Se há momentos que queremos parar...
Outros há que desejamos voar.
Viajo em direção ao colorido,
Ao calor de um abraço.
Um chi-coração; um doce e longo beijo.
O sol no olhar!
Comprido o tempo e curto o espaço!
Vai de encontro ao lar.
Ao relógio peço:
- Faz o tempo voar.
Se há momentos que queremos parar...
Outros há que desejamos voar.
Viajo em direção ao colorido,
Ao calor de um abraço.
Um chi-coração; um doce e longo beijo.
O sol no olhar!
Comprido o tempo e curto o espaço!
domingo, 14 de outubro de 2012
QUANTO DE VÓS EU QUERO
Quanto de vós eu quero...
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
O QUANTO DESEJO ESTAR JUNTO A TI
O quanto desejo estar junto a ti...
Fecho os olhos e vejo com o coração
Estás tão próximo
Consigo sentir-te respirar
O perfume do teu corpo inebriante
Que me embala a alma
No entanto
Estás tão longe
Bem longe
Um telefonema não sacia a vontade de estar próxima de ti
De ouvir o bater de teu coração
Espero por ti
Desejo ardentemente a tua chegada
Vem
Corre
Me envolve
Preciso de aconchego
De um beijo
Um abraço bem apertado
Me extasiar com o teu olhar
Assim,
Seria tamanha a felicidade!
Fecho os olhos e vejo com o coração
Estás tão próximo
Consigo sentir-te respirar
O perfume do teu corpo inebriante
Que me embala a alma
No entanto
Estás tão longe
Bem longe
Um telefonema não sacia a vontade de estar próxima de ti
De ouvir o bater de teu coração
Espero por ti
Desejo ardentemente a tua chegada
Vem
Corre
Me envolve
Preciso de aconchego
De um beijo
Um abraço bem apertado
Me extasiar com o teu olhar
Assim,
Seria tamanha a felicidade!
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
SETE MESES PASSARAM...
Sete meses,
Sim!
Há sete meses subiste ao céu,
Foste ter com Deus.
Hoje é o último dia de verão.
Hoje, eu deveria assistir a uma missa pela tua alma.
Todos os dias, vinte e um, o faço.
Porém, hoje, ao sétimo mês
Estou de serviço.
Aqui estou a pensar em ti
Mais uma, e uma, vez...
Há uns dias, o Diogo perguntou: mãe, a avó Maria tem asas?
- Umas lindas asinhas! Não pensei duas vezes na resposta.
- A avó Maria não é uma estrelinha? (Estranhou).
Pois! Tem razão, pensei eu! - Uma estrelinha de noite. Durante o dia, a avó Maria tem asas como os anjinhos.
- E como os passarinhos, (finalizou).
Mãezinha: uma árvore em flor
Mãezinha: água cristalina
Mãezinha: envolver num abraço
Mãezinha: um beijo delicado
Mãezinha: o sol radioso
Mãezinha: uma brisa no rosto
Mãezinha: uma rosa perfumada
Mãezinha: um ombro amigo
Mãezinha: um sorriso seguro
Mãezinha: um olhar protetor
Mãezinha: supremo amor!
Sete meses passaram...
Para ti, um beijo do meu coração!!!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
ENQUANTO CAMINHAVA
Enquanto caminhava
Delicadas gotas, pelo ar, bailavam.
Beijinhos enviados, por minha mãezinha,
Do céu,
Levemente tocavam em meu rosto.
E, sorrindo caminhava.
Os pássaros chilreavam e as gotinhas bebericavam.
Um som melódico que me arrebatava a alma.
O som de um violino, no meu ouvido, surgia.
Seria imaginação?
E, sorrindo continuava o meu caminho.
Alguns tanseuntes abriram o guarda-chuva.
Outros, com passinhos curtos, saboreavam aquela suave chuva da manhã.
Delicadas gotas, pelo ar, bailavam.
Beijinhos enviados, por minha mãezinha,
Do céu,
Levemente tocavam em meu rosto.
E, sorrindo caminhava.
Os pássaros chilreavam e as gotinhas bebericavam.
Um som melódico que me arrebatava a alma.
O som de um violino, no meu ouvido, surgia.
Seria imaginação?
E, sorrindo continuava o meu caminho.
Alguns tanseuntes abriram o guarda-chuva.
Outros, com passinhos curtos, saboreavam aquela suave chuva da manhã.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
POR AQUI E POR AÍ
Aqui e aí!
Sentada à secretária,
A luz inebriante, do sol, entra, sem pedir licença, pela janela,
Por teimar em deixar a cortina aberta.
Pequenos cristais, sorridentes, bailam no ecrã do computador.
Um azul celestial.
E, sem saír,
Chego ao mar!
Sinto as ondas nos pés,
Escuto as gaivotas,
As crianças riem,
Uma brisa no rosto.
Um dia perfeito!
Dlim, dlom,
Dlim, dlom...
Escuto um som familiar.
Dlim, dlom,
Dlim, dlom...
Assim, desperto. Pois, acordada sonhei!
Sentada à secretária,
A luz inebriante, do sol, entra, sem pedir licença, pela janela,
Por teimar em deixar a cortina aberta.
Pequenos cristais, sorridentes, bailam no ecrã do computador.
Um azul celestial.
E, sem saír,
Chego ao mar!
Sinto as ondas nos pés,
Escuto as gaivotas,
As crianças riem,
Uma brisa no rosto.
Um dia perfeito!
Dlim, dlom,
Dlim, dlom...
Escuto um som familiar.
Dlim, dlom,
Dlim, dlom...
Assim, desperto. Pois, acordada sonhei!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
REGRESSAR A CASA
Ai, servicinho, servicinho,
Temos uma grande ligação!
Não fora amor ao servicinho, a hora não passaria não.
Chuvinha, cai, cai!
Temos uma grande ligação!
Não fora amor ao servicinho, a hora não passaria não.
Chuvinha, cai, cai!
Chuvinha na minha janela.
Vinte e quatro horas afastada do meu amor ficarei.
O sol brilha, no meu coração, ao pensar em ti.
Chuvinha,
Vinte e quatro horas afastada do meu amor ficarei.
O sol brilha, no meu coração, ao pensar em ti.
Chuvinha,
delicados beijinhos em mim.
Recadinhos de amor te envio, a ti.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?
O AMOR,
O AMOR,
O AMOR.
Quem ama acredita que será para a vida.
"...na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza..."
Todavia, se surge desconfiança, uma terceira pessoa...
Não deveríamos questionar: o que se teria perdido, ou, o que teria ficado pelo caminho? É fácil julgarmos! Onde estará o erro?
Encontro-me aqui a divagar: poderia ser, eu, um amigo, um familiar. ... são muitas as pessoas que ao longo do tempo se vão esquecendo de qual o significado do amor.
Esquecem e nem se apercebem.
Esquecem meramente.
QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?
O que fazer?
Haverá um segredo?
- O namoro - continua?;
- O diálogo - conversam sobre todos os desejos, sentimentos, vontades, necessidades, sonhos?;
- A cumplicidade - há?;
- A partilha;
- A conquista;
- Os afetos são imprescindíveis!
- Os bens materiais fazem-nos sentir bem. Todavia, são secundários, e, não compensam os chi-corações, os beijos nem os sorrisos.
Porventura, alguém deixará de partilhar um desejo por julgar que a outra metade de nós possa dizer que estamos doidos?
Temos o dever, para connosco, de sermos sinceros.
Quiçá, os nossos desejos não serão a vontade do outro?
Correr riscos em nome do amor é válido.
Riscos saudáveis!
O amor é uma entrega do melhor que há em nós. Não obstante, ao entregarmo-nos, inteiros, levamos igualmente as nossas imperfeições.
Se as nossas espetativas não forem correspondidas procuremos, juntos, um equilíbrio; mesmo que esse equílibrio nos leve por caminhos distintos.
O equilíbrio existe em algum lugar!
O SEGREDO É NÃO EXISTIR SEGREDO!
O AMOR,
O AMOR.
Quem ama acredita que será para a vida.
"...na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza..."
Todavia, se surge desconfiança, uma terceira pessoa...
Não deveríamos questionar: o que se teria perdido, ou, o que teria ficado pelo caminho? É fácil julgarmos! Onde estará o erro?
Encontro-me aqui a divagar: poderia ser, eu, um amigo, um familiar. ... são muitas as pessoas que ao longo do tempo se vão esquecendo de qual o significado do amor.
Esquecem e nem se apercebem.
Esquecem meramente.
QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?
O que fazer?
Haverá um segredo?
- O namoro - continua?;
- O diálogo - conversam sobre todos os desejos, sentimentos, vontades, necessidades, sonhos?;
- A cumplicidade - há?;
- A partilha;
- A conquista;
- Os afetos são imprescindíveis!
- Os bens materiais fazem-nos sentir bem. Todavia, são secundários, e, não compensam os chi-corações, os beijos nem os sorrisos.
Porventura, alguém deixará de partilhar um desejo por julgar que a outra metade de nós possa dizer que estamos doidos?
Temos o dever, para connosco, de sermos sinceros.
Quiçá, os nossos desejos não serão a vontade do outro?
Correr riscos em nome do amor é válido.
Riscos saudáveis!
O amor é uma entrega do melhor que há em nós. Não obstante, ao entregarmo-nos, inteiros, levamos igualmente as nossas imperfeições.
Se as nossas espetativas não forem correspondidas procuremos, juntos, um equilíbrio; mesmo que esse equílibrio nos leve por caminhos distintos.
O equilíbrio existe em algum lugar!
O SEGREDO É NÃO EXISTIR SEGREDO!
domingo, 5 de agosto de 2012
O DIA MAIS TRISTE
O dia mais triste da minha existência...
O dia em que partiste, mãezinha.
Pensei que meu coração não mais veria o sol.
Toda eu era bocadinhos.
Pequenina, tão pequenina.
De repente, deixei de perceber o que se passava à minha volta.
Não era possível, eu estava a sonhar...era isso!
Claro, tudo não passava de um sonho, mau, muito mau, terrível.
Todavia, os dias foram passando...e, eu não acordava.
Ou, estaria acordada o tempo todo?
Seria possível eu estar acordada tanto tempo.
Só poderia ser cansaço... nem mais, cansada era como me sentia!
Um sono reparador e ficaria como nova. Ora, tão simples...
...
Não foi um sonho. Não foi cansaço.
Partiste, mãezinha!
Levaste um pedaço de meu coração.
Um sem número de lágrimas derramo quando tenho vontade de te dar um chi-coração. De te agarrar, de te envolver nos meus braços e te encher de carinhos.
Uma certeza, porém, não valorizarei pequenos pormenores!
Há tanta insignificância neste, nosso, mundo!
Tantos bens supérfluos que nos fazem esquecer quais os verdadeiros valores.
Será necessário perdermos alguém a quem amamos, com todas as nossas forças, para compreendermos o verdadeiro valor da vida?
O dia em que partiste, mãezinha.
Pensei que meu coração não mais veria o sol.
Toda eu era bocadinhos.
Pequenina, tão pequenina.
De repente, deixei de perceber o que se passava à minha volta.
Não era possível, eu estava a sonhar...era isso!
Claro, tudo não passava de um sonho, mau, muito mau, terrível.
Todavia, os dias foram passando...e, eu não acordava.
Ou, estaria acordada o tempo todo?
Seria possível eu estar acordada tanto tempo.
Só poderia ser cansaço... nem mais, cansada era como me sentia!
Um sono reparador e ficaria como nova. Ora, tão simples...
...
Não foi um sonho. Não foi cansaço.
Partiste, mãezinha!
Levaste um pedaço de meu coração.
Um sem número de lágrimas derramo quando tenho vontade de te dar um chi-coração. De te agarrar, de te envolver nos meus braços e te encher de carinhos.
Uma certeza, porém, não valorizarei pequenos pormenores!
Há tanta insignificância neste, nosso, mundo!
Tantos bens supérfluos que nos fazem esquecer quais os verdadeiros valores.
Será necessário perdermos alguém a quem amamos, com todas as nossas forças, para compreendermos o verdadeiro valor da vida?
terça-feira, 31 de julho de 2012
O DIA MAIS FELIZ
Mãezinha,
Hoje, acordei a pensar qual teria sido o dia mais feliz da minha vida.
Porque teria acordado a pensar nisso?
O certo é que, acordei e durante algum tempo não conseguia desviar o meu pensamento para outro lado.
Conclui que não tive apenas um dia mais feliz. E, em todos eles, estiveste presente.
Primeiramente, recordei-me que:
- O primeiro dia mais feliz, foi, sem hesitação, o dia em que aprendi a ler. Adoro ler!
Sempre que recebia um livro ficava felicíssima.
Lembrei-me do livro que a Lúcia me ofereceu no meu décimo segundo, ou seria décimo terceiro, aniversário. "A Rosa do Adro". Um livro que ainda hoje recordo. Lembro-me que o li umas quatro ou cinco vezes. Fiquei fascinada.
- O segundo dia mais feliz: o dia da minha primeira comunhão. Nesse dia comunguei pela primeira vez. Algo até então desconhecido. Só os grandes o faziam. Ou, teria sido o dia da profissão de Fé?
Ou, ainda, o dia em que entrei para a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Lordelo? Ainda hoje, guardo, orgulhosamente, a farda no meu guarda-fatos.
É impressionante, como ao longo da vida julgamos, por diversas vezes, que tivemos um dia mais feliz...o caminho que percorremos...traz-nos memórias fantásticas. Que nos fazem esquecer que também derramamos algumas lágrimas.
Mãezinha, estiveste sempre a meu lado!
Estiveste comigo no dia mais feliz da minha vida, sim, este foi o dia mais feliz da minha vida. O dia do meu casamento.
Não pensei ser possível haver dias igualmente felizes. Uma felicidade plena de amor.
Todavia, com o nascimento dos meus filhos descobri que era a pessoa mais afortunada do mundo. Não acredito que algum dia alguém se tivesse sentido mais feliz que eu. Igualmente sim, mais não!
Querida mãezinha,
Estiveste sempre presente na minha vida. Em todos os momentos contei com o teu calor.
O que sou a ti o devo, mãezinha. A ti e ao pai.
Mesmo agora, mãezinha,
Depois de teres partido para o céu, aprendi que devemos aproveitar a vida.
Com pouco devemos fazer muito. Não é preciso ter uns grandes dias nem uma boa vida. Este ano não auferi subsídio de férias nem receberei subsídio de Natal. Mesmo assim, continuo feliz porque tenho uma vida boa.
Hoje, acordei a pensar qual teria sido o dia mais feliz da minha vida.
Porque teria acordado a pensar nisso?
O certo é que, acordei e durante algum tempo não conseguia desviar o meu pensamento para outro lado.
Conclui que não tive apenas um dia mais feliz. E, em todos eles, estiveste presente.
Primeiramente, recordei-me que:
- O primeiro dia mais feliz, foi, sem hesitação, o dia em que aprendi a ler. Adoro ler!
Sempre que recebia um livro ficava felicíssima.
Lembrei-me do livro que a Lúcia me ofereceu no meu décimo segundo, ou seria décimo terceiro, aniversário. "A Rosa do Adro". Um livro que ainda hoje recordo. Lembro-me que o li umas quatro ou cinco vezes. Fiquei fascinada.
- O segundo dia mais feliz: o dia da minha primeira comunhão. Nesse dia comunguei pela primeira vez. Algo até então desconhecido. Só os grandes o faziam. Ou, teria sido o dia da profissão de Fé?
Ou, ainda, o dia em que entrei para a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Lordelo? Ainda hoje, guardo, orgulhosamente, a farda no meu guarda-fatos.
É impressionante, como ao longo da vida julgamos, por diversas vezes, que tivemos um dia mais feliz...o caminho que percorremos...traz-nos memórias fantásticas. Que nos fazem esquecer que também derramamos algumas lágrimas.
Mãezinha, estiveste sempre a meu lado!
Estiveste comigo no dia mais feliz da minha vida, sim, este foi o dia mais feliz da minha vida. O dia do meu casamento.
Não pensei ser possível haver dias igualmente felizes. Uma felicidade plena de amor.
Todavia, com o nascimento dos meus filhos descobri que era a pessoa mais afortunada do mundo. Não acredito que algum dia alguém se tivesse sentido mais feliz que eu. Igualmente sim, mais não!
Querida mãezinha,
Estiveste sempre presente na minha vida. Em todos os momentos contei com o teu calor.
O que sou a ti o devo, mãezinha. A ti e ao pai.
Mesmo agora, mãezinha,
Depois de teres partido para o céu, aprendi que devemos aproveitar a vida.
Com pouco devemos fazer muito. Não é preciso ter uns grandes dias nem uma boa vida. Este ano não auferi subsídio de férias nem receberei subsídio de Natal. Mesmo assim, continuo feliz porque tenho uma vida boa.
domingo, 29 de julho de 2012
HISTÓRIAS DE CAVALEIROS QUE NÃO PODEM SER PRÍNCIPES
Era uma vez...
Num domingo cheio de sol, mas não demasiado quente.
Um dia cintilante. Uma leve brisa, daquelas que nos afagam o rosto. Nos fazem sorrir e sentir bem.
Um domingo como tantos outros... ou não!
Não fossem surgir aqueles dois cavaleiros ao fundo da rua e tudo seria pacato. Como sempre!
Afinal, na rua do Avelino e da Ana Paula era, sempre, tudo tão certinho, tudo no devido lugar e sempre limpíssimo.
Eles eram felizes. Não haja dúvida!
Ora conversavam, ora riam. Namoravam ou ficavam ali, simplesmente, a olhar um para o outro; uns dias faziam passeatas, noutros, dias, iam de encontro ao desconhecido. Grandes descobertas. Tudo os maravilhava. Sempre com um sorriso no olhar.
Um dia, porém, tudo mudou...
No dia em que surgiram os dois cavaleiros, altos, espadaúdos, lindíssimos e inteligentes, a vida da Ana Paula e do Avelino mudara radicalmente.
A rua, onde viviam, não mais fora a mesma. Contudo, as folhas, dos seus livros, passaram a ser mais coloridas.
Nunca mais esteve tudo no seu lugar, nunca mais houve silêncio; nunca mais nada esteve sempre limpo.
A partir desse dia... raramente ouviam as notícias, daquela rua, que passavam na televisão.
Aliás, a televisão deixou de ser deles.
Sim, imagine-se, os cavaleiros tomaram conta da televisão.
Ia-me esquecendo, não fiquem espantados por haver televisão. Nesta história há tudo.
Pois, têm razão, cavaleiros... televisão.
Digamos que, são cavaleiros dos tempos modernos. Não os da "Távola Redonda"! Isso já seria outra história e antiquíssima. A qual, gosto por sinal.
Não julguem, porém, que o Avelino e a Ana Paula deixaram de ser felizes.
Não, bem pelo contrário! Na maioria das vezes, há, porventura, uma desorganização, alegremente, organizada.
Desde esse dia, eles, perceberam que a sua vida passaria a ser bem mais feliz. Se é que se pode ser, ainda, mais feliz.
Humm...deixem-me pensar... Sim, ainda se pode ser mais feliz!
Os dois cavaleiros trouxeram-lhes uma nova visão da vida e do mundo que os rodeava.
Ensinaram-lhes que, o mais importante era gratuito... não se consegue atribuir um valor.
Há muita brincadeira e alegria naquela rua.
MORAL: Amarmo-nos sempre e para todo o sempre.
Dialogarmos sobre as nossas alegrias e as nossas tristezas; sobre as nossas incertezas e as nossas decisões.
NADA DE NOVO. TUDO NOVO!
Ah! Antes que me esqueça: para concluir, nesta rua também há regras! Contá-las-ei noutra altura.
FIM!
Num domingo cheio de sol, mas não demasiado quente.
Um dia cintilante. Uma leve brisa, daquelas que nos afagam o rosto. Nos fazem sorrir e sentir bem.
Um domingo como tantos outros... ou não!
Não fossem surgir aqueles dois cavaleiros ao fundo da rua e tudo seria pacato. Como sempre!
Afinal, na rua do Avelino e da Ana Paula era, sempre, tudo tão certinho, tudo no devido lugar e sempre limpíssimo.
Eles eram felizes. Não haja dúvida!
Ora conversavam, ora riam. Namoravam ou ficavam ali, simplesmente, a olhar um para o outro; uns dias faziam passeatas, noutros, dias, iam de encontro ao desconhecido. Grandes descobertas. Tudo os maravilhava. Sempre com um sorriso no olhar.
Um dia, porém, tudo mudou...
No dia em que surgiram os dois cavaleiros, altos, espadaúdos, lindíssimos e inteligentes, a vida da Ana Paula e do Avelino mudara radicalmente.
A rua, onde viviam, não mais fora a mesma. Contudo, as folhas, dos seus livros, passaram a ser mais coloridas.
Nunca mais esteve tudo no seu lugar, nunca mais houve silêncio; nunca mais nada esteve sempre limpo.
A partir desse dia... raramente ouviam as notícias, daquela rua, que passavam na televisão.
Aliás, a televisão deixou de ser deles.
Sim, imagine-se, os cavaleiros tomaram conta da televisão.
Ia-me esquecendo, não fiquem espantados por haver televisão. Nesta história há tudo.
Pois, têm razão, cavaleiros... televisão.
Digamos que, são cavaleiros dos tempos modernos. Não os da "Távola Redonda"! Isso já seria outra história e antiquíssima. A qual, gosto por sinal.
Não julguem, porém, que o Avelino e a Ana Paula deixaram de ser felizes.
Não, bem pelo contrário! Na maioria das vezes, há, porventura, uma desorganização, alegremente, organizada.
Desde esse dia, eles, perceberam que a sua vida passaria a ser bem mais feliz. Se é que se pode ser, ainda, mais feliz.
Humm...deixem-me pensar... Sim, ainda se pode ser mais feliz!
Os dois cavaleiros trouxeram-lhes uma nova visão da vida e do mundo que os rodeava.
Ensinaram-lhes que, o mais importante era gratuito... não se consegue atribuir um valor.
Há muita brincadeira e alegria naquela rua.
MORAL: Amarmo-nos sempre e para todo o sempre.
Dialogarmos sobre as nossas alegrias e as nossas tristezas; sobre as nossas incertezas e as nossas decisões.
NADA DE NOVO. TUDO NOVO!
Ah! Antes que me esqueça: para concluir, nesta rua também há regras! Contá-las-ei noutra altura.
FIM!
Quando chamei Príncipe ao meu filhinho, Diogo, respondeu-me, peremptoriamente, que adorava Cavaleiros. Príncipes não!
Perguntei: Podem ser Príncipes Cavaleiros? Nas histórias, todos os Príncipes são Cavaleiros!
Filhinho: Gosto mais de Cavaleiros que não são Príncipes.
Assim, muitas das histórias clássicas passaram a ser contadas com Cavaleiros (que não eram Príncipes) mas que salvaram, lindas, Princesas.
UM SERVIÇO E UM SOL RADIOSO
Um servicinho para mim, um servicinho para ti. Olá, olá...!
Cá estou, mais 24h00. Não estou triste por estar de serviço. Não! Graças a Deus, estou feliz, tenho trabalho.
No entanto, gostaria de estar com o meu marido e os meus filhinhos, se gostaria. Porém, ficarei cá até amanhã às 09h00.
Será um domingo de homens. Só para eles!
Divirtam-se, meus queridos, divirtam-se. Enquanto, eu, aprecio o sol radioso pela janela.
Está um sol lindo!
Oh, minha gente, todos aí, vocês, sim! Deixem o computador e aproveitem o belo do dia.
Era o que eu faria. Contudo, não faço. não posso! Tenho que trabalhar. Alguém tem que o fazer. O país não pára!!!
Bah, já chega, parem de ler, vão, já disse, vão!
Aproveitem a vida!
Tenham um dia cintilante.
Beijinhos no coração, meus queridos, mil. Ou, como dirias, tu, meu filhinho, Gonçalo: mil e um.
Cá estou, mais 24h00. Não estou triste por estar de serviço. Não! Graças a Deus, estou feliz, tenho trabalho.
No entanto, gostaria de estar com o meu marido e os meus filhinhos, se gostaria. Porém, ficarei cá até amanhã às 09h00.
Será um domingo de homens. Só para eles!
Divirtam-se, meus queridos, divirtam-se. Enquanto, eu, aprecio o sol radioso pela janela.
Está um sol lindo!
Oh, minha gente, todos aí, vocês, sim! Deixem o computador e aproveitem o belo do dia.
Era o que eu faria. Contudo, não faço. não posso! Tenho que trabalhar. Alguém tem que o fazer. O país não pára!!!
Bah, já chega, parem de ler, vão, já disse, vão!
Aproveitem a vida!
Tenham um dia cintilante.
Beijinhos no coração, meus queridos, mil. Ou, como dirias, tu, meu filhinho, Gonçalo: mil e um.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
What a wonderful world - LOUIS ARMSTRONG.
Maravilhoso, sem dúvida!
Aproveitemo-lo... Não o destruamos.
O mundo. O nosso mundo!
quinta-feira, 19 de julho de 2012
PROFESSORES MAGNÍFICOS, MAGNÍFICOS EDUCADORES!
Ensinaram os nossos avós e os seus pais.
Ensinaram os nossos pais.
Ensinaram-nos,
Ensinaram os nossos irmãos, amigos...
Ensinam os nossos filhos!
Ensinam, ensinam e ensinarão.
Para ensinar, estudaram, estudam e estudarão.
Que profissão tão nobre. Quão nobre profissão!
Se é que lhe podemos chamar profissão! (Afinal, há "seres" ingratos que se esqueceram que foram os professores que os ensinaram).
Não será antes um dom?
A passagem, do testemunho, da sua sabedoria é o seu maior dom.
Presenteiam-nos com o seu saber.
Surgem na nossa vida, assim, como se fosse por magia.
No entanto, saem a certo momento, novamente, para novo recomeço.
Os primeiros, entre os primeiros, na educação!
Antes dos professores, e junto dos professores, deveriam estar os pais.
Por vezes, imensas vezes, fazem as vezes dos pais. É tanta e tanta a
multiplicação.
Nelson Mandela: "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
Já agora, aproveito para desejar, a este, grande, senhor, muitas felicidades e muitos anos de vida.
Assim, e para terminar: agradeço à professora Alexandra por ter aparecido, qual fada, na vida do meu filho, Gonçalo, durante quatro magníficos anos; e, por conseguinte, ter surgido na nossa vida.
Uma grande, valiosa, maravilhosa e magnífica professora! (e outros atributos que tais).
Agradeço à professora Teresa por ser, tal qual, como é. Obrigada, por ser amiga do Gonçalo e de todos os meninos. Uma educadora como há poucas "no mundo e arredores". Tenho a certeza!
Tem uma fada Florência e com ela espalhou muito amor, sabedoria e alegria.
Obrigada à professora Célia, por ser minha amiga de alguns anos.
Conhecia graças ao meu Gonçalo e ao seu David.
Quando algum menino, ou adolescente, passa pela professora Célia, que já tenha sido, ou seja, seu aluno faz-lhe uma enorme festa. Logo, nesse instante, se vê, outra grande e magnífica professora.
Não poderia deixar de lembrar a minha professora da primária, Dona Rosa, que está junto de minha, amada, mãezinha. Foram amigas, desde sempre, na terra e são amigas no céu.
Nem esquecer as minhas madrinhas. A minha madrinha de baptismo, Gracinda, e a minha madrinha, "emprestada", Manuela. Também elas foram professoras da primária.
MAGNÍFICOS PROFESSORES, MAGNÍFICOS EDUCADORES!
sexta-feira, 6 de julho de 2012
É SIMPLES A VIDA
A vida é simples
É, tão, simples a vida.
Basta dizer bom dia ao acordar,
com um grande sorriso nos lábios.
Bom dia, durante todo o dia, até voltar a deitar.
Um sorriso, só por sorrir
Um bom dia para recordar que o dia faz parte da vida.
Vamos amar a vida
Amar, só por amar
Amar, sem pensar... amar, amar, amar.
O dia é, tão, curto
É, tão, curto o dia
Será comprido se o não soubermos aproveitar.
A vida é suprema
A primeira das maravilhas!
Não se pode alterar o passado.
Portanto, construamos um grande, simples, e belo futuro!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
SANTOS POPULARES
Mãezinha,
hoje festeja-se mais um Santo Popular. O São Pedro.
Lembras-te da sardinhada que fazíamos em casa?
Pelo São João comíamos sardinha, pimentos, broa e caldo verde. Era tão divertido e sabia-nos mesmo bem.
Este ano, o Lino esteve a trabalhar até tarde. Eu e os meninos ficamos em casa. Vimos e ouvimos o fogo de artíficio, do Porto, na televisão.
Estive a conversar com a Rosa, pelo telefone, e também ela ficou em casa com o pai e o Mário e disse-me que não comprara sardinha.
Os Santos Populares para o ano regressarão.
Mãezinha, já os conheces pessoalmente, não é verdade?
hoje festeja-se mais um Santo Popular. O São Pedro.
Lembras-te da sardinhada que fazíamos em casa?
Pelo São João comíamos sardinha, pimentos, broa e caldo verde. Era tão divertido e sabia-nos mesmo bem.
Este ano, o Lino esteve a trabalhar até tarde. Eu e os meninos ficamos em casa. Vimos e ouvimos o fogo de artíficio, do Porto, na televisão.
Estive a conversar com a Rosa, pelo telefone, e também ela ficou em casa com o pai e o Mário e disse-me que não comprara sardinha.
Os Santos Populares para o ano regressarão.
Mãezinha, já os conheces pessoalmente, não é verdade?
terça-feira, 26 de junho de 2012
FILHOS FELIZES EM FÉRIAS... PAIS SAUDOSOS
Querido, filhinho,
Tudo o que desejo é que te divirtas imenso.
Dez dias passam rápido. Digo isso a mim mesma, vezes sem conta.
Todavia, serão dez longos dias.
Gonçalinho, foste para a colónia, balnear, pelo terceiro ano consecutivo. Eu já me deveria ter habituado.
Quiaios é pertinho... contudo, o meu coração fica apertadinho.
Estou sempre ansiosa pela chegada da hora dos telefonemas.
O Dioguinho, está sempre a dizer que quer ter seis anos para ir contigo.
Estamos todos com imensas saudades tuas.
Queremos que aproveites bem esses dias.
És um filho maravilhoso!
Quantas saudades...
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
QUEM SÃO?
São belas,
são coloridas,
nascem dentro do arco-íris.
Saem das histórias,
fabricam histórias,
fantasiam e transformam o mundo.
Sorriem ao mundo.
Delicadas, como bolinhas de sabão.
Se forem amadas, fortes serão!
Rodeiam-nos de afectos,
iluminam, sem pensar,
luminosas, naturalmente.
Pequenos pássaros, a esvoaçar,
Como piões, sempre a rodopiar.
- Quem são?
- São as crianças, simplesmente!
Poderiam ser os adultos, sinceramente!
terça-feira, 29 de maio de 2012
QUARENTA ANOS
Quarenta anos.

Ontem, fiz quarenta anos.
Quarenta anos, e agora?
Desejo fazer mais quarenta anos, no mínimo!!!
Rugas... surgirão.
Rugas, não!
Traços do tempo, marcas de alegria.
Linhas de, muitas, lágrimas.
Porém, muitas, das, lágrimas de júbilo. Outras, de saudade.
Quarenta anos.
Quarenta anos de sonhos.
Venham as rugas, os traços, as marcas e as linhas.
Venham as expectativas, os êxitos e os triunfos.
Se, porventura, vier algum fracasso...
Levantar-me-ei, recomeçarei e seguirei em frente.
Venha o amor! (Continue o amor).
Venham mais... quarenta anos. No mínimo!!!
VIVA A VIDA!!!
Nota: Filhinhos, o importante é tentar e nunca desistir. Perseverança!!!
Ontem, fiz quarenta anos.
Quarenta anos, e agora?
Desejo fazer mais quarenta anos, no mínimo!!!
Rugas... surgirão.
Rugas, não!
Traços do tempo, marcas de alegria.
Linhas de, muitas, lágrimas.
Porém, muitas, das, lágrimas de júbilo. Outras, de saudade.
Quarenta anos.
Quarenta anos de sonhos.
Venham as rugas, os traços, as marcas e as linhas.
Venham as expectativas, os êxitos e os triunfos.
Se, porventura, vier algum fracasso...
Levantar-me-ei, recomeçarei e seguirei em frente.
Venha o amor! (Continue o amor).
Venham mais... quarenta anos. No mínimo!!!
VIVA A VIDA!!!
Nota: Filhinhos, o importante é tentar e nunca desistir. Perseverança!!!
terça-feira, 22 de maio de 2012
UMA ROSA PARA O MEU AMOR
Amor
Amor
Meu amor
Amor
Amor
Sempre amor
Amor
Amor
Lindo amor
Amor
Amor
Sincero amor
Amor
Amor
Paz e amor
Amor
Amor
Saúde e amor
Amor
Amor
Música e amor
Amor
Amor
Uma rosa fresca e...um mundo de amor!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
FAMÍLIA
ADORO-VOS,
... Por serem fantásticos e imprescindíveis!
Marido
Filhinhos
Pai
Mãe: que estás junto de Deus
Irmãzinha, que és uma Rosa e, de nome Rosa
Irmão
Afilhados
Sobrinhos: tenho apenas três. Contudo, enchem-me o coração como se fossem um milhão
Sogrinhos: como vocês não há
Cunhadinha Inês
...
Família!
... Por serem fantásticos e imprescindíveis!
Marido
Filhinhos
Pai
Mãe: que estás junto de Deus
Irmãzinha, que és uma Rosa e, de nome Rosa
Irmão
Afilhados
Sobrinhos: tenho apenas três. Contudo, enchem-me o coração como se fossem um milhão
Sogrinhos: como vocês não há
Cunhadinha Inês
...
Família!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
RUMOS
Milhares de peregrinos rumam, todos os anos, ao Santuário de Fátima.
Também, eu, fiz várias peregrinações a Fátima. A pé fui, apenas, uma vez.
Repeti-lo-ei.
Dia treze de maio é o aniversário do meu casamento.
Maio: mês de Maria, mês das flores...
Todos os dias são, dias, especiais. Todos os meses são, meses, para amar.
Se tivermos fé a vida reveste-se de verde.
"Verde-esperança".
(imagem retirada da web)
RUMO AO AMOR!
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