O AMOR,
O AMOR,
O AMOR.
Quem ama acredita que será para a vida.
"...na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza..."
Todavia, se surge desconfiança, uma terceira pessoa...
Não deveríamos questionar: o que se teria perdido, ou, o que teria ficado pelo caminho? É fácil julgarmos! Onde estará o erro?
Encontro-me aqui a divagar: poderia ser, eu, um amigo, um familiar. ... são muitas as pessoas que ao longo do tempo se vão esquecendo de qual o significado do amor.
Esquecem e nem se apercebem.
Esquecem meramente.
QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?
O que fazer?
Haverá um segredo?
- O namoro - continua?;
- O diálogo - conversam sobre todos os desejos, sentimentos, vontades, necessidades, sonhos?;
- A cumplicidade - há?;
- A partilha;
- A conquista;
- Os afetos são imprescindíveis!
- Os bens materiais fazem-nos sentir bem. Todavia, são secundários, e, não compensam os chi-corações, os beijos nem os sorrisos.
Porventura, alguém deixará de partilhar um desejo por julgar que a outra metade de nós possa dizer que estamos doidos?
Temos o dever, para connosco, de sermos sinceros.
Quiçá, os nossos desejos não serão a vontade do outro?
Correr riscos em nome do amor é válido.
Riscos saudáveis!
O amor é uma entrega do melhor que há em nós. Não obstante, ao entregarmo-nos, inteiros, levamos igualmente as nossas imperfeições.
Se as nossas espetativas não forem correspondidas procuremos, juntos, um equilíbrio; mesmo que esse equílibrio nos leve por caminhos distintos.
O equilíbrio existe em algum lugar!
O SEGREDO É NÃO EXISTIR SEGREDO!
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