O dia mais triste da minha existência...
O dia em que partiste, mãezinha.
Pensei que meu coração não mais veria o sol.
Toda eu era bocadinhos.
Pequenina, tão pequenina.
De repente, deixei de perceber o que se passava à minha volta.
Não era possível, eu estava a sonhar...era isso!
Claro, tudo não passava de um sonho, mau, muito mau, terrível.
Todavia, os dias foram passando...e, eu não acordava.
Ou, estaria acordada o tempo todo?
Seria possível eu estar acordada tanto tempo.
Só poderia ser cansaço... nem mais, cansada era como me sentia!
Um sono reparador e ficaria como nova. Ora, tão simples...
...
Não foi um sonho. Não foi cansaço.
Partiste, mãezinha!
Levaste um pedaço de meu coração.
Um sem número de lágrimas derramo quando tenho vontade de te dar um chi-coração. De te agarrar, de te envolver nos meus braços e te encher de carinhos.
Uma certeza, porém, não valorizarei pequenos pormenores!
Há tanta insignificância neste, nosso, mundo!
Tantos bens supérfluos que nos fazem esquecer quais os verdadeiros valores.
Será necessário perdermos alguém a quem amamos, com todas as nossas forças, para compreendermos o verdadeiro valor da vida?
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