terça-feira, 31 de julho de 2012

O DIA MAIS FELIZ

Mãezinha,

Hoje, acordei a pensar qual teria sido o dia mais feliz da minha vida.
Porque teria acordado a pensar nisso?
O certo é que, acordei e durante algum tempo não conseguia desviar o meu pensamento para outro lado.

Conclui que não tive apenas um dia mais feliz. E, em todos eles, estiveste presente.

Primeiramente, recordei-me que:
- O primeiro dia mais feliz, foi, sem hesitação, o dia em que aprendi a ler. Adoro ler!
Sempre que recebia um livro ficava felicíssima.
Lembrei-me do livro que a Lúcia me ofereceu no meu décimo segundo, ou seria décimo terceiro, aniversário. "A Rosa do Adro". Um livro que ainda hoje recordo. Lembro-me que o li umas quatro ou cinco vezes. Fiquei fascinada.
 - O segundo dia mais feliz: o dia da minha primeira comunhão. Nesse dia comunguei pela primeira vez. Algo até então desconhecido. Só os grandes o faziam. Ou, teria sido o dia da profissão de Fé?
Ou, ainda, o dia em que entrei para a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Lordelo? Ainda hoje, guardo, orgulhosamente, a farda no meu guarda-fatos.

É impressionante, como ao longo da vida julgamos, por diversas vezes, que tivemos um dia mais feliz...o caminho que percorremos...traz-nos memórias fantásticas. Que nos fazem esquecer que também derramamos algumas lágrimas.

Mãezinha, estiveste sempre a meu lado!
Estiveste comigo no dia mais feliz da minha vida, sim, este foi o dia mais feliz da minha vida. O dia do meu casamento.

Não pensei ser possível haver dias igualmente felizes. Uma felicidade plena de amor.
Todavia, com o nascimento dos meus filhos descobri que era a pessoa mais afortunada do mundo. Não acredito que algum dia alguém se tivesse sentido mais feliz que eu. Igualmente sim, mais não!


Querida mãezinha,

Estiveste sempre presente na minha vida. Em todos os momentos contei com o teu calor.
O que sou a ti o devo, mãezinha. A ti e ao pai.

Mesmo agora, mãezinha,

Depois de teres partido para o céu, aprendi que devemos aproveitar a vida.
Com pouco devemos fazer muito. Não é preciso ter uns grandes dias nem uma boa vida. Este ano não auferi subsídio de férias nem receberei subsídio de Natal. Mesmo assim, continuo feliz porque tenho uma vida boa.


domingo, 29 de julho de 2012

HISTÓRIAS DE CAVALEIROS QUE NÃO PODEM SER PRÍNCIPES

Era uma vez...


Num domingo cheio de sol, mas não demasiado quente.
Um dia cintilante. Uma leve brisa, daquelas que nos afagam o rosto. Nos fazem sorrir e sentir bem.

Um domingo como tantos outros... ou não!
Não fossem surgir aqueles dois cavaleiros ao fundo da rua e tudo seria pacato. Como sempre!

Afinal, na rua do Avelino e da Ana Paula era, sempre, tudo tão certinho, tudo no devido lugar e sempre limpíssimo.
Eles eram felizes. Não haja dúvida!

Ora conversavam, ora riam. Namoravam ou ficavam ali, simplesmente, a olhar um para o outro; uns dias faziam passeatas, noutros, dias, iam de encontro ao desconhecido. Grandes descobertas. Tudo os maravilhava. Sempre com um sorriso no olhar.

Um dia, porém, tudo mudou...

No dia em que surgiram os dois cavaleiros, altos, espadaúdos, lindíssimos e inteligentes, a vida da Ana Paula e do Avelino mudara radicalmente.
A rua, onde viviam, não mais fora a mesma. Contudo, as folhas, dos seus livros, passaram a ser mais coloridas.
Nunca mais esteve tudo no seu lugar, nunca mais houve silêncio; nunca mais nada esteve sempre limpo.


A partir desse dia... raramente ouviam as notícias, daquela rua, que passavam na televisão.
Aliás, a televisão deixou de ser deles.
Sim, imagine-se, os cavaleiros tomaram conta da televisão.
Ia-me esquecendo, não fiquem espantados por haver televisão. Nesta história há tudo.
Pois, têm razão, cavaleiros... televisão.
Digamos que, são cavaleiros dos tempos modernos. Não os da "Távola Redonda"! Isso já seria outra história e antiquíssima. A qual, gosto por sinal.

Não julguem, porém, que o Avelino e a Ana Paula deixaram de ser felizes.
Não, bem pelo contrário! Na maioria das vezes, há, porventura, uma desorganização, alegremente, organizada.

Desde esse dia, eles, perceberam que a sua vida passaria a ser bem mais feliz. Se é que se pode ser, ainda, mais feliz.

Humm...deixem-me pensar... Sim, ainda se pode ser mais feliz!

Os dois cavaleiros trouxeram-lhes uma nova visão da vida e do mundo que os rodeava.

Ensinaram-lhes que, o mais importante era gratuito... não se consegue atribuir um valor.
Há muita brincadeira e alegria naquela rua.



MORAL: Amarmo-nos sempre e para todo o sempre.
                Dialogarmos sobre as nossas alegrias e as nossas tristezas; sobre as nossas incertezas e as nossas decisões.




NADA DE NOVO. TUDO NOVO!


Ah! Antes que me esqueça: para concluir, nesta rua também há regras! Contá-las-ei noutra altura.



                                             FIM! 
 

Quando chamei Príncipe ao meu filhinho, Diogo, respondeu-me, peremptoriamente, que adorava Cavaleiros. Príncipes não!

Perguntei: Podem ser Príncipes Cavaleiros? Nas histórias, todos os Príncipes são Cavaleiros!

Filhinho: Gosto mais de Cavaleiros que não são Príncipes.

Assim, muitas das histórias clássicas passaram a ser contadas com Cavaleiros (que não eram Príncipes) mas que salvaram, lindas, Princesas. 







 


AMORES

TENHAM UM DIA CINTILANTE!

UM SERVIÇO E UM SOL RADIOSO

Um servicinho para mim, um servicinho para ti. Olá, olá...!

Cá estou, mais 24h00. Não estou triste por estar de serviço. Não! Graças a Deus, estou feliz, tenho trabalho.

No entanto, gostaria de estar com o meu marido e os meus filhinhos, se gostaria. Porém, ficarei cá até amanhã às 09h00.

Será um domingo de homens. Só para eles!

Divirtam-se, meus queridos, divirtam-se. Enquanto, eu, aprecio o sol radioso pela janela.
Está um sol lindo!


Oh, minha gente, todos aí, vocês, sim! Deixem o computador e aproveitem o belo do dia.
Era o que eu faria. Contudo, não faço. não posso! Tenho que trabalhar. Alguém tem que o fazer. O país não pára!!!


Bah, já chega, parem de ler, vão, já disse, vão! 


Aproveitem a vida! 
Tenham um dia cintilante.


Beijinhos no coração, meus queridos, mil. Ou, como dirias, tu, meu filhinho, Gonçalo: mil e um. 




quinta-feira, 26 de julho de 2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

PROFESSORES MAGNÍFICOS, MAGNÍFICOS EDUCADORES!



Ensinaram os nossos avós e os seus pais.

Ensinaram os nossos pais.

Ensinaram-nos,

Ensinaram os nossos irmãos, amigos...

Ensinam os nossos filhos!

Ensinam, ensinam e ensinarão.

Para ensinar, estudaram, estudam e estudarão. 

Que profissão tão nobre. Quão nobre profissão!

Se é que lhe podemos chamar profissão! (Afinal, há "seres" ingratos que se esqueceram que foram os professores que os ensinaram).

Não será antes um dom?

A passagem, do testemunho, da sua sabedoria é o seu maior dom.

Presenteiam-nos com o seu saber.

Surgem na nossa vida, assim, como se fosse por magia.

No entanto, saem a certo momento, novamente, para novo recomeço.


Os primeiros, entre os primeiros, na educação!

Antes dos professores, e junto dos professores, deveriam estar os pais.

Por vezes, imensas vezes, fazem as vezes dos pais. É tanta e tanta a
multiplicação.




Nelson Mandela: "A educação  é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
Já agora, aproveito para desejar, a este, grande, senhor, muitas felicidades e muitos anos de vida.



 Assim, e para terminar: agradeço à professora Alexandra por ter aparecido, qual fada, na vida do meu filho, Gonçalo, durante quatro magníficos anos; e, por conseguinte, ter surgido na nossa vida.
Uma grande, valiosa, maravilhosa e magnífica professora! (e outros atributos que tais).

Agradeço à professora Teresa por ser, tal qual, como é. Obrigada, por ser amiga do Gonçalo e de todos os meninos. Uma educadora como há poucas "no mundo e arredores". Tenho a certeza!
Tem uma fada Florência e com ela espalhou muito amor, sabedoria e alegria.

Obrigada à professora Célia, por ser minha amiga de alguns anos.
Conhecia graças ao meu Gonçalo e ao seu David.
Quando algum menino, ou adolescente, passa pela professora Célia, que já tenha sido, ou seja, seu aluno faz-lhe uma enorme festa. Logo, nesse instante, se vê, outra grande e magnífica professora. 


Não poderia deixar de lembrar a minha professora da primária, Dona Rosa, que está junto de minha, amada, mãezinha. Foram amigas, desde sempre, na terra e são amigas no céu.

Nem esquecer as minhas madrinhas. A minha madrinha de baptismo, Gracinda, e a minha madrinha, "emprestada", Manuela. Também elas foram professoras da primária.





MAGNÍFICOS PROFESSORES, MAGNÍFICOS EDUCADORES! 





sexta-feira, 6 de julho de 2012

É SIMPLES A VIDA



A vida é simples
É, tão, simples a vida.


Basta dizer bom dia ao acordar,
com um grande sorriso nos lábios.
Bom dia, durante todo o dia, até voltar a deitar.
Um sorriso, só por sorrir
Um bom dia para recordar que o dia faz parte da vida.


Vamos amar a vida
Amar, só por amar
Amar, sem pensar... amar, amar, amar.


O dia é, tão, curto
É, tão, curto o dia
Será comprido se o não soubermos aproveitar.


A vida é suprema
A primeira das maravilhas!


Não se pode alterar o passado. 

Portanto, construamos um grande, simples, e belo futuro!