Pensei dar-te o sol, para que nunca sentisses frio!
Quando me preparava para o ir buscar, lembrei-me: "O sol quando nasce é para todos!"
Depois lembrei-me de ir buscar as estrelas, para que te guiassem nas noites escuras!
Porém, logo, desisti da ideia!
Se as trouxesse, como seria a vida dos outros... sem a sua estrelinha no céu?
Mais tarde, decidi dar-te o mar, para que o pudesses contemplar sempre que desejasses!
Uma vez mais, tive que desistir da ideia.
Que seria das nossas gentes do mar.
Perderíamos a nossa História?!
Ponderei bastante, desejava dar-te algo de valioso neste teu aniversário.
Afinal, fazes treze anos! Treze!
E foi aqui, neste instante, ao lembrar-me deste treze que chegaram, que me recordei... já recebeste o maior presente que te poderíamos dar: O meu coração!
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quarta-feira, 28 de outubro de 2015
terça-feira, 28 de outubro de 2014
GONÇALO
Filho!
Como é maravilhoso ver-te crescer!
Quantas saudades de quando eras bebé!
Como é maravilhoso ver-te sorrir!
Quantas saudades de quando sorrias "para os anjinhos".
Como é tão bom ver-te caminhar...
e quantas saudades de te aconchegar no meu regaço!
Como é maravilhoso ver-te crescer!
Quantas saudades de quando eras bebé!
Como é maravilhoso ver-te sorrir!
Quantas saudades de quando sorrias "para os anjinhos".
Como é tão bom ver-te caminhar...
e quantas saudades de te aconchegar no meu regaço!
Parabéns meu querido filho, pelos teus doze anos!
Que Deus te acompanhe sempre e que sejas feliz até o infinito!
Que Deus te acompanhe sempre e que sejas feliz até o infinito!
Amo-te!
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Filhinho mais novo e o mar
Só quando souberes a quantidade de estrelas que há no mar saberás o tamanho do meu amor!
Filhinho mais velho e o espaço
Só quando souberes a quantidade de estrelas que há no céu saberás o tamanho do meu amor!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
TÃO FUGAZ...
Bebés que foram...
Crianças que são!
Num, simples, piscar de olhos vemos rostos de criança em corpos de homem.
Crianças que são!
Num, simples, piscar de olhos vemos rostos de criança em corpos de homem.
![]() |
| (imagem retirada da web) |
Saudades do bebé, saudades da criança.
Tão fugaz,
o tempo!
Meus queridos filhos,
quero-os para sempre no meu regaço!
domingo, 14 de outubro de 2012
QUANTO DE VÓS EU QUERO
Quanto de vós eu quero...
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
domingo, 29 de julho de 2012
HISTÓRIAS DE CAVALEIROS QUE NÃO PODEM SER PRÍNCIPES
Era uma vez...
Num domingo cheio de sol, mas não demasiado quente.
Um dia cintilante. Uma leve brisa, daquelas que nos afagam o rosto. Nos fazem sorrir e sentir bem.
Um domingo como tantos outros... ou não!
Não fossem surgir aqueles dois cavaleiros ao fundo da rua e tudo seria pacato. Como sempre!
Afinal, na rua do Avelino e da Ana Paula era, sempre, tudo tão certinho, tudo no devido lugar e sempre limpíssimo.
Eles eram felizes. Não haja dúvida!
Ora conversavam, ora riam. Namoravam ou ficavam ali, simplesmente, a olhar um para o outro; uns dias faziam passeatas, noutros, dias, iam de encontro ao desconhecido. Grandes descobertas. Tudo os maravilhava. Sempre com um sorriso no olhar.
Um dia, porém, tudo mudou...
No dia em que surgiram os dois cavaleiros, altos, espadaúdos, lindíssimos e inteligentes, a vida da Ana Paula e do Avelino mudara radicalmente.
A rua, onde viviam, não mais fora a mesma. Contudo, as folhas, dos seus livros, passaram a ser mais coloridas.
Nunca mais esteve tudo no seu lugar, nunca mais houve silêncio; nunca mais nada esteve sempre limpo.
A partir desse dia... raramente ouviam as notícias, daquela rua, que passavam na televisão.
Aliás, a televisão deixou de ser deles.
Sim, imagine-se, os cavaleiros tomaram conta da televisão.
Ia-me esquecendo, não fiquem espantados por haver televisão. Nesta história há tudo.
Pois, têm razão, cavaleiros... televisão.
Digamos que, são cavaleiros dos tempos modernos. Não os da "Távola Redonda"! Isso já seria outra história e antiquíssima. A qual, gosto por sinal.
Não julguem, porém, que o Avelino e a Ana Paula deixaram de ser felizes.
Não, bem pelo contrário! Na maioria das vezes, há, porventura, uma desorganização, alegremente, organizada.
Desde esse dia, eles, perceberam que a sua vida passaria a ser bem mais feliz. Se é que se pode ser, ainda, mais feliz.
Humm...deixem-me pensar... Sim, ainda se pode ser mais feliz!
Os dois cavaleiros trouxeram-lhes uma nova visão da vida e do mundo que os rodeava.
Ensinaram-lhes que, o mais importante era gratuito... não se consegue atribuir um valor.
Há muita brincadeira e alegria naquela rua.
MORAL: Amarmo-nos sempre e para todo o sempre.
Dialogarmos sobre as nossas alegrias e as nossas tristezas; sobre as nossas incertezas e as nossas decisões.
NADA DE NOVO. TUDO NOVO!
Ah! Antes que me esqueça: para concluir, nesta rua também há regras! Contá-las-ei noutra altura.
FIM!
Num domingo cheio de sol, mas não demasiado quente.
Um dia cintilante. Uma leve brisa, daquelas que nos afagam o rosto. Nos fazem sorrir e sentir bem.
Um domingo como tantos outros... ou não!
Não fossem surgir aqueles dois cavaleiros ao fundo da rua e tudo seria pacato. Como sempre!
Afinal, na rua do Avelino e da Ana Paula era, sempre, tudo tão certinho, tudo no devido lugar e sempre limpíssimo.
Eles eram felizes. Não haja dúvida!
Ora conversavam, ora riam. Namoravam ou ficavam ali, simplesmente, a olhar um para o outro; uns dias faziam passeatas, noutros, dias, iam de encontro ao desconhecido. Grandes descobertas. Tudo os maravilhava. Sempre com um sorriso no olhar.
Um dia, porém, tudo mudou...
No dia em que surgiram os dois cavaleiros, altos, espadaúdos, lindíssimos e inteligentes, a vida da Ana Paula e do Avelino mudara radicalmente.
A rua, onde viviam, não mais fora a mesma. Contudo, as folhas, dos seus livros, passaram a ser mais coloridas.
Nunca mais esteve tudo no seu lugar, nunca mais houve silêncio; nunca mais nada esteve sempre limpo.
A partir desse dia... raramente ouviam as notícias, daquela rua, que passavam na televisão.
Aliás, a televisão deixou de ser deles.
Sim, imagine-se, os cavaleiros tomaram conta da televisão.
Ia-me esquecendo, não fiquem espantados por haver televisão. Nesta história há tudo.
Pois, têm razão, cavaleiros... televisão.
Digamos que, são cavaleiros dos tempos modernos. Não os da "Távola Redonda"! Isso já seria outra história e antiquíssima. A qual, gosto por sinal.
Não julguem, porém, que o Avelino e a Ana Paula deixaram de ser felizes.
Não, bem pelo contrário! Na maioria das vezes, há, porventura, uma desorganização, alegremente, organizada.
Desde esse dia, eles, perceberam que a sua vida passaria a ser bem mais feliz. Se é que se pode ser, ainda, mais feliz.
Humm...deixem-me pensar... Sim, ainda se pode ser mais feliz!
Os dois cavaleiros trouxeram-lhes uma nova visão da vida e do mundo que os rodeava.
Ensinaram-lhes que, o mais importante era gratuito... não se consegue atribuir um valor.
Há muita brincadeira e alegria naquela rua.
MORAL: Amarmo-nos sempre e para todo o sempre.
Dialogarmos sobre as nossas alegrias e as nossas tristezas; sobre as nossas incertezas e as nossas decisões.
NADA DE NOVO. TUDO NOVO!
Ah! Antes que me esqueça: para concluir, nesta rua também há regras! Contá-las-ei noutra altura.
FIM!
Quando chamei Príncipe ao meu filhinho, Diogo, respondeu-me, peremptoriamente, que adorava Cavaleiros. Príncipes não!
Perguntei: Podem ser Príncipes Cavaleiros? Nas histórias, todos os Príncipes são Cavaleiros!
Filhinho: Gosto mais de Cavaleiros que não são Príncipes.
Assim, muitas das histórias clássicas passaram a ser contadas com Cavaleiros (que não eram Príncipes) mas que salvaram, lindas, Princesas.
terça-feira, 26 de junho de 2012
FILHOS FELIZES EM FÉRIAS... PAIS SAUDOSOS
Querido, filhinho,
Tudo o que desejo é que te divirtas imenso.
Dez dias passam rápido. Digo isso a mim mesma, vezes sem conta.
Todavia, serão dez longos dias.
Gonçalinho, foste para a colónia, balnear, pelo terceiro ano consecutivo. Eu já me deveria ter habituado.
Quiaios é pertinho... contudo, o meu coração fica apertadinho.
Estou sempre ansiosa pela chegada da hora dos telefonemas.
O Dioguinho, está sempre a dizer que quer ter seis anos para ir contigo.
Estamos todos com imensas saudades tuas.
Queremos que aproveites bem esses dias.
És um filho maravilhoso!
Quantas saudades...
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