Mãe querida,
Mãe amiga,
Mãe doçura,
Mãe ternura...
Mãe,
Mãe,
Mãe.
Quero-te a meu lado!
Poder beijar-te,
Envolver-te,
Acariciar-te,
Quero sentir o pulsar do teu coração!
Escuta a minha voz,
Sente o meu beijo...
No meu coração guardo um imenso desejo... Uma necessidade de ti!
Quero o teu colo,
Cura o meu dói-dói, mãezinha minha!
Do meu coração, em direção ao céu, até ti minha amada!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
O SONHO DO ELIAS
O sol ainda não tinha despontado e o Elias já andava numa roda-viva.
Não conseguia parar de pensar no sonho que tivera nessa noite.
Tinha sonhado com um grande tesouro enterrado na rua da Fantasia.
Que grande aventura ele e os seus amigos iriam viver!
Tomou um bom pequeno almoço que o deixou cheio de energia.
Estava tão entusiasmado... Não podia perder tempo!
Tinha que contar tudo aos seus amigos.
A pular de alegria e bem disposto saiu de casa.
Quando chegou a casa da Giroflé, a amiga estava a terminar o seu treino matinal.
Elias: Olá, Gira (era dessa forma, carinhosa, que o Elias e os amigos a tratavam desde que se tornaram amigos) já foste dar uma corridinha?
Giroflé: Bom dia, Elias! - Estou agora mesmo a terminar. - Queres tomar o pequeno almoço comigo?
- Já tomei, obrigado!
Enquanto a Giroflé comia, o Elias contou o seu sonho e o que planeava fazer caso encontrasse o tesouro.
- É isso mesmo, Gira! (disse o Elias) - Se o encontrarmos, plantamos mais árvores, alargamos a rua e convidamos os animais abandonados para virem viver na Fantasia.
Giroflé: Excelente ideia! - Tenho a certeza que os nossos amigos se juntarão a nós nesta grande aventura.
E assim, depois de contarem o local do sonho aos amigos, foram em busca do tesouro que traria grande felicidade e conforto a outros animais.
FIM!
Não conseguia parar de pensar no sonho que tivera nessa noite.
Tinha sonhado com um grande tesouro enterrado na rua da Fantasia.
Que grande aventura ele e os seus amigos iriam viver!
Tomou um bom pequeno almoço que o deixou cheio de energia.
Estava tão entusiasmado... Não podia perder tempo!
Tinha que contar tudo aos seus amigos.
A pular de alegria e bem disposto saiu de casa.
Quando chegou a casa da Giroflé, a amiga estava a terminar o seu treino matinal.
Elias: Olá, Gira (era dessa forma, carinhosa, que o Elias e os amigos a tratavam desde que se tornaram amigos) já foste dar uma corridinha?
Giroflé: Bom dia, Elias! - Estou agora mesmo a terminar. - Queres tomar o pequeno almoço comigo?
- Já tomei, obrigado!
Enquanto a Giroflé comia, o Elias contou o seu sonho e o que planeava fazer caso encontrasse o tesouro.
- É isso mesmo, Gira! (disse o Elias) - Se o encontrarmos, plantamos mais árvores, alargamos a rua e convidamos os animais abandonados para virem viver na Fantasia.
Giroflé: Excelente ideia! - Tenho a certeza que os nossos amigos se juntarão a nós nesta grande aventura.
E assim, depois de contarem o local do sonho aos amigos, foram em busca do tesouro que traria grande felicidade e conforto a outros animais.
FIM!
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
MARIA, MINHA!
No meu ouvido:
Leve sopro
Som suave
Bela melodia.
Ouço o teu nome....
Maria!
Mar,
Frescura,
Juventude,
Alegria!
Contigo... iria Maria!
No meu ouvido:
Leve sopro
Som suave
Bela melodia.
Ouço o teu nome...
Maria!
Mulher,
Mãe,
No teu Regaço...
Aconchego,
Ternura!
Comigo... sempre estarás Maria!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O NATAL DA GIROFLÉ
Finalmente...
Chegara a véspera de Natal!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, os animais aguardavam, impacientemente, pela noite da consoada.
Fora a primeira vez que a girafa, Giroflé, os convidara para passarem a noite consigo.
Decidira preparar um belo jantar para todos os animais, e demonstrar-lhes o quanto gostava de todos eles, sem exceção!
O elefante, Elias, que se tornara um dos seus melhores amigos, logo se prontificou para a ajudar nos preparativos.
A Giroflé, ficou muito feliz e, de sorriso largo, agradeceu a oferta.
Estavam os dois entretidíssimos, a fazer bolos e bolinhos, quando ouviram alguém chamar.
- Giroflé... Ó, Giroflé! Giroflé! Onde estás?
Elias: Parece a voz do nosso amigo Voavoa! (o Voavoa era um pardal alegre e saltitão, mas demasiado distraído).
- Vamos lá ver...
- Olá, Voavoa! (disse a Giroflé). Por aqui, tão cedo?! O jantar é só à noite, não te esqueceste, pois não?
Voavoa: Pelo contrário, já cá estou! Vim mais cedo e trago uns vegetais bem fresquinhos. - Toma lá! E, agora, vou ficar num cantinho para não derrubar nada. Sabes como sou... mais pareço um trapalhão! (disse tristemente).
- Obrigada, muito obrigada! (disse a Giroflé encantada). Esses vegetais têm um aspeto delicioso. E, não te preocupes, podes andar à vontade! Só tens que olhar com atenção para todo o lado; acredita em ti! É esse o segredo, e se, porventura, algo correr menos bem, estaremos sempre do teu lado!
- Obrigado, Giroflé, pelas tuas palavras tão gentis. Vou fazer como dizes! De agora em diante vou confiar mais em mim, e também vou ser mais cauteloso.
Alegremente, deitaram os três mãos ao trabalho. Afinal, ainda havia muito para fazer e a hora da festa aproximava-se, a passos largos.
De repente...
- Olhem! (gritou o Elias). Estão a chegar todos os animais do jardim! - Vejam, vejam, a princesa July vem junto!
- Uaaau! (disse o Voavoa, que tinha um fascínio secreto pela bela princesinha).
Giroflé: Olá, amigos, sejam bem vindos! - Quanto honra, princesa July!
Eu é que agradeço o convite! (respondeu, radiante, a princesa).
Assim: Por todo o jardim só se ouviam sorrisos e risos de alegria.
- UM FELIZ NATAL! (gritaram todos em uníssono).
FIM!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
UMA HISTÓRIA DE ANIMAIS E AMIZADE
Era uma vez
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O GUARDA, GUARDA
O Guarda, guarda.
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
Subscrever:
Mensagens (Atom)