quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ENQUANTO CAMINHAVA

Enquanto caminhava
Delicadas gotas, pelo ar, bailavam.
Beijinhos enviados, por minha mãezinha,
Do céu,
Levemente tocavam em meu rosto.
E, sorrindo caminhava.

Os pássaros chilreavam  e as gotinhas bebericavam.
Um som melódico que me arrebatava a alma.
O som de um violino, no meu ouvido, surgia.
Seria imaginação?
E, sorrindo continuava o meu caminho.

Alguns tanseuntes abriram o guarda-chuva.
Outros, com passinhos curtos, saboreavam aquela  suave chuva da manhã.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

POR AQUI E POR AÍ

Aqui e aí!

Sentada à secretária,
A luz inebriante, do sol, entra, sem pedir licença, pela janela,
Por teimar em deixar a cortina aberta.
Pequenos cristais, sorridentes, bailam no ecrã do computador.
Um azul celestial.

E, sem saír,
Chego ao mar!

Sinto as ondas nos pés,
Escuto as gaivotas,
As crianças riem,
Uma brisa no rosto.

Um dia perfeito!

Dlim, dlom,
Dlim, dlom...

Escuto um som familiar.

Dlim, dlom,
Dlim, dlom...

Assim, desperto. Pois, acordada sonhei!


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PENSAMENTO

"Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim."

William Shakespeare

terça-feira, 14 de agosto de 2012

REGRESSAR A CASA


Ai, servicinho, servicinho,
Temos uma grande ligação!
Não fora amor ao servicinho, a hora não passaria não.

Chuvinha, cai, cai!
Chuvinha na minha janela.
Vinte e quatro horas afastada do meu amor ficarei.
O sol brilha, no meu coração, ao pensar em ti.

Chuvinha,
delicados beijinhos em mim.
Recadinhos de amor te envio, a ti.






quinta-feira, 9 de agosto de 2012

QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?

O AMOR,

O AMOR,

O AMOR.

Quem ama acredita que será para a vida.
"...na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza..."

Todavia, se surge desconfiança, uma terceira pessoa...
Não deveríamos questionar: o que se teria perdido, ou, o que teria ficado pelo caminho? É fácil julgarmos! Onde estará o erro?

Encontro-me aqui a divagar: poderia ser, eu, um amigo, um familiar. ... são muitas as pessoas que ao longo do tempo se vão esquecendo de qual o significado do amor.
Esquecem e nem se apercebem. 
Esquecem meramente.  


QUAL O SEGREDO PARA O AMOR CONTINUAR A SORRIR?
O que fazer?
Haverá um segredo?


- O namoro - continua?;
- O diálogo - conversam sobre todos os desejos, sentimentos, vontades, necessidades, sonhos?;
- A cumplicidade - há?;
- A partilha;
- A conquista;
- Os afetos são imprescindíveis!
- Os bens materiais fazem-nos sentir bem. Todavia, são secundários, e, não compensam os chi-corações, os beijos nem os sorrisos.

Porventura, alguém deixará de partilhar um desejo por julgar que a outra metade de nós possa dizer que estamos doidos?

Temos o dever, para connosco, de sermos sinceros.
Quiçá, os nossos desejos não serão a vontade do outro?

Correr riscos em nome do amor é válido.
Riscos saudáveis!

O amor é uma entrega do melhor que há em nós. Não obstante, ao entregarmo-nos, inteiros, levamos igualmente as nossas imperfeições.

Se as nossas espetativas não forem correspondidas procuremos, juntos, um equilíbrio; mesmo que esse equílibrio nos leve por caminhos distintos.

O equilíbrio existe em algum lugar!


O SEGREDO É NÃO EXISTIR SEGREDO!













domingo, 5 de agosto de 2012

O DIA MAIS TRISTE

O dia mais triste da minha existência...
O dia em que partiste, mãezinha.
Pensei que meu coração  não mais veria o sol.
Toda eu era bocadinhos.
Pequenina, tão pequenina.
De repente, deixei de perceber o que se passava à minha volta.
Não era possível, eu estava a sonhar...era isso!
Claro, tudo não passava de um sonho, mau, muito mau, terrível.
Todavia, os dias foram passando...e, eu não acordava.
Ou, estaria acordada o tempo todo?
Seria possível eu estar acordada tanto tempo.
Só poderia ser cansaço... nem mais, cansada era como me sentia!
Um sono reparador e ficaria como nova. Ora, tão simples...

...

Não foi um sonho. Não foi cansaço.
Partiste, mãezinha!
Levaste um pedaço de meu coração.

Um sem número de lágrimas derramo quando tenho vontade de te dar um chi-coração. De te agarrar, de te envolver nos meus braços e te encher de carinhos.

Uma certeza, porém, não valorizarei pequenos pormenores!
Há tanta insignificância neste, nosso, mundo!
Tantos bens supérfluos que nos fazem esquecer quais os verdadeiros valores.

Será necessário perdermos alguém a quem amamos, com todas as nossas forças, para compreendermos o verdadeiro valor da vida?