quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O NATAL DA GIROFLÉ
Finalmente...
Chegara a véspera de Natal!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, os animais aguardavam, impacientemente, pela noite da consoada.
Fora a primeira vez que a girafa, Giroflé, os convidara para passarem a noite consigo.
Decidira preparar um belo jantar para todos os animais, e demonstrar-lhes o quanto gostava de todos eles, sem exceção!
O elefante, Elias, que se tornara um dos seus melhores amigos, logo se prontificou para a ajudar nos preparativos.
A Giroflé, ficou muito feliz e, de sorriso largo, agradeceu a oferta.
Estavam os dois entretidíssimos, a fazer bolos e bolinhos, quando ouviram alguém chamar.
- Giroflé... Ó, Giroflé! Giroflé! Onde estás?
Elias: Parece a voz do nosso amigo Voavoa! (o Voavoa era um pardal alegre e saltitão, mas demasiado distraído).
- Vamos lá ver...
- Olá, Voavoa! (disse a Giroflé). Por aqui, tão cedo?! O jantar é só à noite, não te esqueceste, pois não?
Voavoa: Pelo contrário, já cá estou! Vim mais cedo e trago uns vegetais bem fresquinhos. - Toma lá! E, agora, vou ficar num cantinho para não derrubar nada. Sabes como sou... mais pareço um trapalhão! (disse tristemente).
- Obrigada, muito obrigada! (disse a Giroflé encantada). Esses vegetais têm um aspeto delicioso. E, não te preocupes, podes andar à vontade! Só tens que olhar com atenção para todo o lado; acredita em ti! É esse o segredo, e se, porventura, algo correr menos bem, estaremos sempre do teu lado!
- Obrigado, Giroflé, pelas tuas palavras tão gentis. Vou fazer como dizes! De agora em diante vou confiar mais em mim, e também vou ser mais cauteloso.
Alegremente, deitaram os três mãos ao trabalho. Afinal, ainda havia muito para fazer e a hora da festa aproximava-se, a passos largos.
De repente...
- Olhem! (gritou o Elias). Estão a chegar todos os animais do jardim! - Vejam, vejam, a princesa July vem junto!
- Uaaau! (disse o Voavoa, que tinha um fascínio secreto pela bela princesinha).
Giroflé: Olá, amigos, sejam bem vindos! - Quanto honra, princesa July!
Eu é que agradeço o convite! (respondeu, radiante, a princesa).
Assim: Por todo o jardim só se ouviam sorrisos e risos de alegria.
- UM FELIZ NATAL! (gritaram todos em uníssono).
FIM!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
UMA HISTÓRIA DE ANIMAIS E AMIZADE
Era uma vez
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
No jardim zoológico, da rua da Fantasia, vivia uma girafa com um ar bem pomposo.
Seu nome: Giroflé.
A menina girafa Giroflé não gostava, lá muito, de brincar com os outros animais do jardim.
Dizia lá do alto, bem alto por sinal, com o seu ar empertigado que os outros animais não deveriam saber pensar.
Afinal: havia animais baixinhos, dizia ela, tão baixinhos que a esperteza se deveria igualar ao tamanho.
Menina girafa, Giroflé, lá do alto, via tudo o que se passava à sua volta.
Ou será que nada veria?
Via os pássaros e ria. Porém, se esquecia que nunca poderia voar.
Via as joaninhas, sorria e lá dizia: Tão pequeninas. - Tereis orelhinhas? - Nem devem ouvir, coitaditas!
Observava e tudo criticava...
- Olá, senhor gorducho! (tratava dessa forma o elefante).
- Gostarias de ter, como eu, um porte elegante?
Menina Giroflé era, demasiado, distraída.
Com seu ar vaidoso se esquecia de que na vida é preciso ter amigos e alegria, de que, a amizade não tem rosto; nem tão pouco estatura. Que a grandeza está no coração.
Passavam os dias e a menina Giroflé não convivia. Andava triste e nem se apercebia.
Todos os animais do jardim zoológico riam, corriam, saltavam e rebolavam.
À Giroflé, já nem ligavam. Nem para brincar a convidavam.
Um dia, um novo animal chegou ao jardim zoológico da rua da Fantasia.
Uma nova girafa, com todos conversava e era simpática!
Quando a viu, a menina Giroflé ficou feliz. Agora teria alguém com quem conversar e quem sabe, talvez, brincar. Alguém com a mesma opinião e porte elegante, tal qual ela...
No entanto, foi grande a desilusão. Quando a, linda, Giroflé se aproximou a seguinte resposta escutou: se queres conversar e quem sabe, talvez, brincar a todos te deves juntar.
Assim: a menina, girafa, Giroflé, depois de refletir se apercebeu que só ela estava errada. De hoje em diante, tudo faria para ser uma grande e verdadeira amiga.
A partir desse momento foi feliz. Nos outros animais encontrou todas as qualidades que, antes, não via por andar distraída no cimo do seu pedestal!
FIM!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O GUARDA, GUARDA
O Guarda, guarda.
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O que guarda o Guarda?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
O Guarda guarda o menino.
Guarda a casa do vizinho,
não guarda o seu destino!
Guarda pessoas e bens,
guarda-os bem...
O Guarda, guarda.
- Oh, Sr. Guarda, ajude! - Acuda!
O Guarda está sempre pronto para servir.
- Oh, Sr. Guarda! - Aqui! - Ali! - Acolá, aí mesmo!
o Guarda socorre... se comove.
Não é máquina, o Guarda tem coração.
Ao Guarda, à família do Guarda, quem acode?
O Guarda guarda o caminho.
Guarda, que guarda, com carinho!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
NATAL
O Natal é uma época de dádiva.
Alegria no ar. Sorrisos rasgados.
Olhar de criança.
Um aperto de mão, uma palavra de conforto e um grande chi-coração.
Aconchegam-se desafortunados... visitam-se doentes, oferendas para os mais necessitados!
Durante o ano há fome, há guerra... há tristeza, há luta; há a dor da separação.
Há labuta... não há recompensa.
Pés descalços, vagueiam pelo chão.
Corações frios, em dias de calor abrasador.
Todavia, no Natal vejo, somente, amor!
Cega.
Sou!
Acredito que, um novo ano chegará... Um recomeço!
Esperança renovada, Paz, Saúde, Amor, Estabilidade, Afetos. Palavras escritas e dispersas dançam por todo Universo!
Todavia, não serão só Palavras... Serão Grandes todos os Atos!!!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NESTE NATAL!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NOS ANOS VINDOUROS!
Alegria no ar. Sorrisos rasgados.
Olhar de criança.
Um aperto de mão, uma palavra de conforto e um grande chi-coração.
Aconchegam-se desafortunados... visitam-se doentes, oferendas para os mais necessitados!
Durante o ano há fome, há guerra... há tristeza, há luta; há a dor da separação.
Há labuta... não há recompensa.
Pés descalços, vagueiam pelo chão.
Corações frios, em dias de calor abrasador.
Todavia, no Natal vejo, somente, amor!
Cega.
Sou!
Acredito que, um novo ano chegará... Um recomeço!
Esperança renovada, Paz, Saúde, Amor, Estabilidade, Afetos. Palavras escritas e dispersas dançam por todo Universo!
Todavia, não serão só Palavras... Serão Grandes todos os Atos!!!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NESTE NATAL!
UM CORAÇÃO BEM QUENTE, PARA TODOS, NOS ANOS VINDOUROS!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
DECISÃO
| (imagem retirada da web) |
Pergunto ao pássaro: - Queres voar?
O pássaro: - Queres parar!?
Pergunto à serpente: - Gostas de rastejar?
A serpente diz-me: - Tu! - Gostas que te olhem, do alto, com repugnância ou medo no olhar?
Pergunto ao peixe: - Teu sonho sempre foi nadar?
O peixe admira-se: - Há algo para além do rio e do mar?!
Pergunto à árvore: - Não gostarias de soltar as raízes e passear?
A árvore (com um grande sorriso): - Na minha sombra deitam-se poetas e sonhadores... fazem planos, muitos, namorados. Nos meus ramos, fazem ninho e chilreiam pássaros.
- As crianças procuram-me. Ora para brincar com as minhas folhas, ora para lanchar junto de mim.
- Já te esqueceste das vezes que subiste para as minhas "cavalitas". E o balouço preso em meus "braços". Não te lembras?
- Haverá melhor lugar?!
Eu: - Tens razão, esqueci-me, fiz uma pergunta bem parva! Posso visitar-te? Brincar de novo e ler junto de ti?
Árvore: - Claro! - Estarei cá, sempre, para te receber. - Ah, não te esqueças de trazer a família!
Eu: - Até breve pássaro. Lamento serpente, continuo com medo de ti. Peixe, és lindo! Árvore, gosto tanto de ti!
O HOMEM TEM O PODER DE DECIDIR... MUDAR... TRANSFORMAR...RECOMEÇAR!!!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
VOAR
Meu coração voa,
Vai de encontro ao lar.
Ao relógio peço:
- Faz o tempo voar.
Se há momentos que queremos parar...
Outros há que desejamos voar.
Viajo em direção ao colorido,
Ao calor de um abraço.
Um chi-coração; um doce e longo beijo.
O sol no olhar!
Comprido o tempo e curto o espaço!
Vai de encontro ao lar.
Ao relógio peço:
- Faz o tempo voar.
Se há momentos que queremos parar...
Outros há que desejamos voar.
Viajo em direção ao colorido,
Ao calor de um abraço.
Um chi-coração; um doce e longo beijo.
O sol no olhar!
Comprido o tempo e curto o espaço!
domingo, 14 de outubro de 2012
QUANTO DE VÓS EU QUERO
Quanto de vós eu quero...
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
Um sorriso no olhar
Gargalhadas bem sonoras
Brincadeiras de encantar
Um mundo de contos e pontos a dobrar
Um contentamento constante
Crescimento em harmonia
Muita saúde
Lágrimas de alegria
Amor sem fim
E...
Uma longa e feliz vida!
Amo-vos!
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